A história de Guarujá pode ser contada em três ciclos: o do cultivo da banana e cana-de-açúcar; o da implantação da Vila Balneária, com seu hotel cassino e o terceiro ciclo, da consolidação da atividade portuária.
Nestes três ciclos de desenvolvimento, Guarujá e Vicente de Carvalho puderam assistir a geração de empregos, movimentação econômica que lhe rendeu tributos e mudança em seu perfil.
O primeiro ciclo foi seqüência da colonização.
Depois, veio o charme da Vila Balneária, o hotel, o cassino e os chalés de madeira importada da Geórgia(Estados Unidos), que sobreviveram praticamente até a proibição do jogo em 1946, atraindo empresários,políticos e artistas, sendo responsável pela formação da sociedade guarujaense, trazendo profissionais de outras regiões que aqui permaneceram e ocuparam a mão de obra local.
O terceiro ciclo. é marcado por mudança em seu perfil sócio-econômico,quando aqui começou o despertar dessa nova vocação, sem perder a de cidade-veraneio e turística.
O porto integrou-se ao dia-a-dia da vida do guarujaense e do itapemense de forma definitiva e com perspectivas cada vez maiores de resultados positivos para a Ilha de Santo Amaro (Padroeiro da cidade).
De 1948, ano da emancipação política, para os dias atuais, a cidade assistiu ao "boom" imobiliário e continua mantendo a sua fama de Pérola do Atlântico, citada internacionalmente pelo seu charme e beleza naturais.
Mais recentemente, a atividade portuária alargou seus horizontes e hoje empresas de porte atuam em seu território, empregam seus habitantes e criam atividades paralelas no comércio e na prestação de serviços, que possibilitam centenas de empregos diretos e indiretos. |